<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8266889656813872114</id><updated>2012-02-16T07:36:55.440-08:00</updated><title type='text'>Blog da Tríade</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdatriade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdatriade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>A Tríade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04750809509972202706</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKF7Nk-hosI/AAAAAAAAADY/mUP01lDuQ70/s1600-R/nos.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8266889656813872114.post-6161515456066577275</id><published>2008-09-07T13:26:00.000-07:00</published><updated>2008-09-08T10:34:07.451-07:00</updated><title type='text'>O bicho papão da favela</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Larissa Barreto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Após a polêmica provocada pela come&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SMQ69ZVicCI/AAAAAAAAAFQ/cpH3avHrlxY/s1600-h/novo+caveirao.jpg"&gt;&lt;/a&gt;rcialização ilegal das cópias de Tropa de Elite, que não havia sequer sido lançado no circuito nacional de cinema, o filme tornou-se um verdadeiro “campeão de audiência”. Roupas, acessórios, brinquedos e adesivos, contendo a imagem da caveira empalada numa espada e duas pistolas que compõem o distintivo do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), caíram nas graças do grande público, além dos versos da canção: &lt;em&gt;“Tropa de Elite, osso duro de roer, pega um, pega geral, também vai pegar você”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade destoa da ficção. Se no filme esses policiais aparecem como os incorruptíveis e honrosos, na realidade dos guetos, é muito diferente. Esses profissionais transcendem as barreiras do bem e do mal e são conhecidos nas comunidades de baixa renda como o bicho papão da favela. Chegam atirando a esmo, utilizam xingamentos e expressões que propagam o terror - vim roubar sua alma -, pondo em risco a segurança, o bem-estar e acima de tudo, a falta de respeito e humanidade com as pessoas, propagando a morte e a total destruição, daqueles que cruzam seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas práticas são protegidas pelo caveirão. O blindado veículo de guerra é utilizado para as missões especiais da tropa de elite. O principal problema desencadeado por ele é que graças ao bom aparato tecnológico de guerrilha, seus tripulantes têm suas identidades resguardadas, permitindo a estes profissionais que não sejam julgados pelas práticas ilícitas já cometidas e que possam vir a cometer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bombardeio, seja ele de violência ou de informação, instiga o pensar sobre a repercussão que isso provoca na sociedade. Em um contexto em que a luta contra a violência; as passeatas e os discursos igualitários e afirmativos são uma constante, o Brasil aplaude o sucesso cinematográfico que expõe a triste realidade de nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Portanto, essa situação ficcional deve ser deixada de lado em virtude dos problemas éticos, culturais, sociais, raciais e econômicos que o País enfrenta o que me permite dizer que devemos sair do “mundinho” fechado e preso ao poder sedutor que as imagens nos proporcionam e lutar – nesse caso, sem armas – a favor de uma polícia que haja dentro da lei, mais preocupada com a segurança da população, e acima de tudo, respeitando o direito de ir e vir, sem que seja julgado pela sua aparência, local que viva ou pela cor da pele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8266889656813872114-6161515456066577275?l=blogdatriade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdatriade.blogspot.com/feeds/6161515456066577275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8266889656813872114&amp;postID=6161515456066577275' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/6161515456066577275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/6161515456066577275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdatriade.blogspot.com/2008/09/o-bicho-papo-da-favela.html' title='O bicho papão da favela'/><author><name>A Tríade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04750809509972202706</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKF7Nk-hosI/AAAAAAAAADY/mUP01lDuQ70/s1600-R/nos.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8266889656813872114.post-656166289485934655</id><published>2008-09-03T07:17:00.001-07:00</published><updated>2008-09-03T07:19:46.331-07:00</updated><title type='text'>Salvador é a última capital do país em doação de medula</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Milena Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sem nenhuma unidade de transplante de medula óssea desde março de 2007, a Bahia chega a ter mais de 60 pacientes esperando doação. O Hospital Português, até então o único credenciado pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), teve o convênio cancelado pelo governo estadual e até hoje nenhuma unidade hospitalar pode prestar o serviço, nem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nem através de plano particular. Dados do Centro de Transplante de Medula Óssea (CEMO) comprovam a colocação de Salvador como última capital em questões estruturais para realizar esse tipo de procedimento. Qualquer baiano que necessite fazer um transplante de medula óssea terá que viajar para São Paulo, Rio de Janeiro ou Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Salvador, só se pode contar com os tratamentos pré e pós-transplantes. Três locais disponibilizam esse tipo de acompanhamento na capital, o Hospital Português - apesar de estar com os transplantes suspensos -, o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES) e a Casa de Apoio Lita Anastácio (CALA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o presidente da CALA, Salomão Sibalde, a Secretaria de Saúde resiste em instalar uma unidade devidamente equipada para transplantes de medula óssea e em divulgar campanhas pró-doação. “Em 2003, apresentamos um projeto para dar início às campanhas de cadastramentos de doadores. Seria preciso investir R$ 12 mil. A CALA tinha R$ 10 mil. Bastava a secretaria aprovar e investir os R$ 2 mil restantes, mas não foi firmada a parceria”, lamenta Sibalde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transplantado há 10 anos, Sibalde garante que não há dificuldade para cadastrar doadores, como em outros tipos de transplantes. Para ele, o que dificulta o transplante de medula óssea na capital baiana é a falta leitos. “Podemos comprovar isso a partir da campanha que estamos desenvolvendo em empresas e faculdades, em duas semanas de coleta, em apenas duas instituições, cadastramos 1.168 possíveis doadores”, disse Sibalde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de reportagem do jornal Folha Salvador entrou em contato com a Secretaria de Saúde duas vezes e foi informada que deveria aguardar retorno. No entanto, até o fechamento da matéria não obtivemos resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre em contato com a Casa de Apoio Lita Anastácio (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cala.org.br/"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;CALA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;) e solicite uma visita em sua escola, faculdade, empresa, etc. Contatos pelo telefone : 3243-3634. E-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:cala@cala.org.br"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;cala@cala.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;. Endereço: Rua Direita do Santo Antônio, 62, Santo Antônio Além Do Carmo,CEP: 40.301-280 - Centro Histórico - Salvador – Bahia – Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Publicado no jornal &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.folhasalvador.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Folha Salvador&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt; na edição de julho/2008.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8266889656813872114-656166289485934655?l=blogdatriade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdatriade.blogspot.com/feeds/656166289485934655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8266889656813872114&amp;postID=656166289485934655' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/656166289485934655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/656166289485934655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdatriade.blogspot.com/2008/09/milena-ribeiro-sem-nenhuma-unidade-de.html' title='Salvador é a última capital do país em doação de medula'/><author><name>A Tríade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04750809509972202706</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKF7Nk-hosI/AAAAAAAAADY/mUP01lDuQ70/s1600-R/nos.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8266889656813872114.post-3402719217881247191</id><published>2008-08-24T14:42:00.000-07:00</published><updated>2008-09-08T12:48:45.945-07:00</updated><title type='text'>A batalha e a trajetória dos movimentos estudantis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Núbia Passos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;"Se o presente é de luta, o futuro nos pertence" é com a célebre frase de Che Guevara, grande símbolo e referência da juventude, que Vladimir Meira, vice-presidente regional da UNE na Bahia e diretor de Universidades Públicas da UEB (União dos Estudantes da Bahia) define a importância e a dimensão dos movimentos estudantis nos rumos da história do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas batalhas marcaram a trajetória dos movimentos, em 1964, com o Golpe Militar quando estudantes brasileiros viveram momentos de dor e esperança. Enquanto isso, na França, jovens das Universidades de Nanterre e Sorbonne iniciaram sucessivos protestos, que movimentaram todo continente europeu e as Américas. As mudanças ocorridas na sociedade faziam com que estudantes reivindicassem por menos rigidez na educação, eles julgavam e contestavam valores que acreditavam estar em divergência com os avanços da época. Esse período de revoltas ficou conhecido como “Maio de 68”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas lutas: Com a mudança e os avanços da sociedade, as “bandeiras” da juventude brasileira mudaram um pouco de foco, não é mais só vontade de derrotar a ditadura ou derrubar o presidente que a mobiliza, mas problemas como o racismo, inclusão de políticas públicas de reparação aos afrodescendentes, a homofobia e destruição do meio-ambiente também fazem parte das preocupações dos jovens hoje. “A Bienal da UNE é um exemplo disso, pois é o maior evento da juventude da América Latina e traz a luta contra o machismo, homofobia e contra todas as formas de preconceito. Essas são algumas lutas específicas que diversificam os focos de mobilização dos estudantes brasileiros”, afirma Vladimir. Na última Jornada de Lutas em Defesa da Educação, promovida pela UNE, que aconteceu em março deste ano, aproximadamente 100 mil estudantes de todo país foram as ruas reivindicar maiores investimentos na educação, assistência estudantil e qualidade no ensino. “Só aqui em Salvador, fomos para as ruas com mais 8 mil estudantes, neste episódio”, completa. Um dos últimos acontecimentos que marcou os movimentos estudantis de Salvador foi a “Revolta do Buzú”, em 2003, quando os estudantes pararam a cidade soteropolitana contra o aumento da tarifa e o aperfeiçoamento da meia-passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-presidente regional da UNE acredita que com o neoliberalismo imposto ao país trouxe sérias conseqüências, desde o individualismo mais exacerbado ao pragmatismo, que tomou conta da juventude, principalmente da universitária. “Aquele sentimento de entrar na faculdade apenas para estar mais ‘apto’ a entrar no mercado de trabalho ganha muito mais força a partir de então. Isso criou certa dispersão nas mobilizações, de fato. E a maioria dos estudantes hoje, quando não são "provocados", preferem seguir um caminho ‘reto’, individual, de buscar o mais rápido possível seu diploma para entrar o mais rápido possível no mercado de trabalho. Chego a dizer que lutamos contra esse tipo de sentimento, mesmo sabendo que, na maioria das vezes, comporta-se dessa forma por necessidade”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vladimir Meira, ínsita os estudantes baianos a procurarem conhecer as representações estudantis, para saberem quais são suas lutas, a fim de que se juntem, por identificação ideológica, ou então para tentarem mudar a forma como elas estão sendo organizadas, de modo que assim elas possam representar seus reais anseios e necessidades. “O movimento estudantil (a UNE) é e sempre foi muito amplo, diverso; um ambiente saudável, com muitas disputas também, mas com muita democracia, que permite a todos expressarem e defenderem aquilo que acreditam. E essa disputa interna é importante para que a entidade sempre se renove”, afirma. “Diria também que o estudante universitário deve compreender o ambiente que ele se encontra. Ainda é parcela pequena da sociedade que tem acesso à universidade, principalmente a pública. E é preciso compreender que a universidade precisa estar conectada com os interesses da sociedade, precisa refletir os anseios da população, visando soluções aos problemas enfrentados pelo país. E o movimento estudantil é uma importante escola nesse sentido, ele coloca mais responsabilidade no estudante para com a educação e à universidade. Ele valoriza aquele espaço e tudo que ele deve absorver dali em termos de aprendizado. E ele cultiva e passa a ter contato com outros valores também, valores que vão muito além do individualismo e pragmatismo que nosso sistema "prega"; busca saídas coletivas para os problemas e passar a agir sempre em coletividade. Então diria isso, pois da universidade saem os futuros formadores de opinião da sociedade, e é preciso sempre se referenciar de forma positiva perante as pessoas”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em Salvador existem alguns movimentos que tem legitimidade para estar atuando em defesa dos direitos, e também deveres dos estudantes, como a União dos Estudantes da Bahia (UEB), que atua em todo estado, a Associação Baiana Estudantil Secundarista (ABES), que é a representação estadual dos estudantes secundaristas que tem forte atuação aqui na capital, e as entidades dos cursos, D.A.`s e C.A.`s, das faculdades, DCE`s e alguns Grêmios das escolas secundaristas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;* Matéria publicada no Caderno do dia do estudante do jornal&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.folhadirigida.com.br/"&gt;Folha Dirigida&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8266889656813872114-3402719217881247191?l=blogdatriade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdatriade.blogspot.com/feeds/3402719217881247191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8266889656813872114&amp;postID=3402719217881247191' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/3402719217881247191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/3402719217881247191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdatriade.blogspot.com/2008/08/batalha-e-trajetria-dos-movimentos.html' title='A batalha e a trajetória dos movimentos estudantis'/><author><name>A Tríade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04750809509972202706</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKF7Nk-hosI/AAAAAAAAADY/mUP01lDuQ70/s1600-R/nos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8266889656813872114.post-1025211814331600491</id><published>2008-08-12T13:28:00.000-07:00</published><updated>2008-08-13T05:25:07.010-07:00</updated><title type='text'>Essa tal "vida bandida"</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKH2JFMSYZI/AAAAAAAAADo/ZiTWzliC3MA/s1600-h/favela.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt; A leitura dos livros Cabeça de Porco, Elite da Tropa e Falcão - Meninos do Tráfico nos fez perceber a realidade brasileira através de uma outra ótica, que até então só era conhecida a partir da mediação superficial e estigmatizada levada a cabo pelos meios de comunicação de massa (MCM). Este ensaio consiste em problematizar a questão da (ir)responsabilidade e/ou a contribuição dos veículos midiáticos para a criação de estereótipos, fortalecimento da reprodução de preconceitos e da invisibilidade de uma parcela da sociedade. Assim, nos baseamos na observação diária dos produtos da mídia e nas referências que as pessoas fazem através dos discursos construídos e disseminados em relação aos indivíduos oriundos de classes menos favorecidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Publicações na internet&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Intercom:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;a href="http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R2104-2.pdf"&gt;http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R2104-2.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Mídia Independente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/05/419215.shtml"&gt;http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/05/419215.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Observatório da imprensa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=485DAC001"&gt;http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=485DAC001&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ah, também fomos citadas no seguinte link da Revista Ciência e Saúde Coletiva:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;a href="http://www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?id_artigo=1977"&gt;http://www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?id_artigo=1977&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sorte e sucesso à todos!&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8266889656813872114-1025211814331600491?l=blogdatriade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdatriade.blogspot.com/feeds/1025211814331600491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8266889656813872114&amp;postID=1025211814331600491' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/1025211814331600491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/1025211814331600491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdatriade.blogspot.com/2008/08/essa-tal-vida-bandida.html' title='Essa tal &quot;vida bandida&quot;'/><author><name>A Tríade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04750809509972202706</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKF7Nk-hosI/AAAAAAAAADY/mUP01lDuQ70/s1600-R/nos.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8266889656813872114.post-3208389396941469443</id><published>2008-08-11T20:14:00.000-07:00</published><updated>2008-08-26T06:17:18.099-07:00</updated><title type='text'>Entrevista MV Bill</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKHAbYMH67I/AAAAAAAAADg/0dNJXn0S4OA/s1600-h/DSC02383.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKEDxeq5tmI/AAAAAAAAADI/qGgss904Qjs/s1600-h/contraste+social.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233468390562707042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKEDxeq5tmI/AAAAAAAAADI/qGgss904Qjs/s400/contraste+social.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A Tríade - A sigla “MV” significa mensageiro da verdade, qual a importância da mensagem que você propaga através da música?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;MV Bill - &lt;em&gt;Pô, é uma pergunta difícil porque é de auto-avaliação e é muito difícil se auto avaliar, mas a medida que eu vou tendo contato com a experiência, com o que minha obra, seja ela literária, audiovisual ou musical vai causando nas pessoas, eu passo a ter mais uma noção de alcance, porque a gente tem um histórico também.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A Tríade - E qual avaliação você faz em relação a visibilidade do que você procura passar em suas mensagens?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;MV Bill - &lt;em&gt;Tipo, é como se a cada contato eu fosse tendo uma noção do que eu sou, porque a gente ainda tem uma noção de mídia, se não está na mídia, a gente não está alcançando nossos objetivos, mas ou menos assim. Enquanto eu não tenho um contato com as coisas que acontecem atualmente, que é sem dúvidas ganhar visibilidade, né? Isso é claro quando eu chego nos lugares, me faz ter uma autocrítica, porque eu não estou mas falando só para o meu grupo de pessoas, eu chego em outros lugares e passo minha mensagem para um um número maior de pessoas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A Tríade - O que você acha da produção “Tropa de Elite” em pleno caos na segurança pública e guerras nas favelas brasileiras?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;MV Bill - &lt;em&gt;Eu acho que o filme (Tropa de Elite) é verdadeiro, o livro (Elite da Tropa) é muito mais pesado que o filme e a realidade é muito mais pesada que os dois. O erro para mim está em dizer que se trata de uma ficção porque não é, ali é a mais pura realidade, mas é um filme provocador porque mexe com os sentimentos de todos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A Tríade - Qual a sua opinião em relação à opinião da sociedade sobre a atuação do BOPE? Às pessoas cultuarem os personagens e enxergá-los como heróis?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;MV Bill - &lt;em&gt;Quando o povo pede um Capitão Nascimento é porque eles sentem aquilo de verdade. O real sentimento que eles (BOPE) tem pela gente da favela é o extermínio total, porque já é tratado dessa forma, a favela é banalizada . Agora, na minha opinião, se a polícia que a gente precisa para o Brasil for o Capitão Nascimento, nosso país já acabou. A sociedade descansa o peso de sua consciência nas costas do Capitão Nascimento porque é mais fácil dizer que ele é a figura, personagem, mas eles (BOPE) só querem estar reproduzindo a vontade de alguém, é isso que o BOPE transmite.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Entrevista realizada no evento sobre Direitos Humanos, 09/12/2007, Farol da Barra - Salvador/Bahia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8266889656813872114-3208389396941469443?l=blogdatriade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdatriade.blogspot.com/feeds/3208389396941469443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8266889656813872114&amp;postID=3208389396941469443' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/3208389396941469443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/3208389396941469443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdatriade.blogspot.com/2008/08/entrevista-mv-bill.html' title='Entrevista MV Bill'/><author><name>A Tríade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04750809509972202706</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKF7Nk-hosI/AAAAAAAAADY/mUP01lDuQ70/s1600-R/nos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKEDxeq5tmI/AAAAAAAAADI/qGgss904Qjs/s72-c/contraste+social.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8266889656813872114.post-1901858786716908327</id><published>2008-08-11T20:09:00.000-07:00</published><updated>2008-08-13T05:22:30.295-07:00</updated><title type='text'>"VIDA BANDIDA": figurantes na sociedade, protagonistas na mídia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKLRn7Q43yI/AAAAAAAAADw/GreKM94RMj8/s1600-h/favela.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233976200811568930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKLRn7Q43yI/AAAAAAAAADw/GreKM94RMj8/s400/favela.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A discussão deste artigo consistirá em uma reflexão acerca da situação segregadora em que vivem os moradores de favela e de como a mídia, juntamente com a sociedade, estereotipam esses indivíduos. Desse modo, a abordagem procura retratar como as classes menos favorecidas sofrem com os estigmas e como estes podem influenciar na relação entre a sociedade e os indivíduos marginalizados – e também os conseqüentes reflexos na vida urbana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;A partir desses pressupostos, procuramos explicitar a idéia do esgarçamento do tecido social, que é engendrado pela existência de preconceito e exclusão, os quais contribuem para o processo de formação da auto-imagem do indivíduo marginalizado. O referido comportamento é consolidado pela mídia, que tenta assumir a função de construtora da realidade, atuando e interferindo nesse processo de maneira decisiva em virtude de interesses preestabelecidos. "[...] As notícias são distorções sistemáticas que servem os interesses políticos de certos agentes sociais bem específicos que utilizam as notícias na projeção da sua visão do mundo, da sociedade etc." (TRAQUINA, 2005, p.163).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Dentre os fatores gerados pelas práticas excludentes, percebemos a incansável busca pela visibilidade social que alguns jovens manifestam através do fascínio por status e sedução proporcionados pelas armas de fogo, as quais representam para eles reconhecimento e poder. A maneira que esses indivíduos encontram para serem notados é descrita com propriedade no livro Cabeça de Porco, no capítulo "O menino invisível se arma": "O sujeito que não era visto, impõe-se a nós. Exige que o tratemos como sujeito. Recupera visibilidade, recompõe-se como sujeito, se reafirma e reconstrói" (ATHAYDE et al., 2005, p.215).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Menosprezados e inferiorizados&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Partindo dessas premissas, abordaremos aspectos sociais, psicológicos e comunicacionais que aparecerão constantemente no decorrer da pesquisa como fatores determinantes, tanto para quem exclui quanto para os excluídos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Para o psicanalista André Green apud Bock et al. (2002, p.203-204), a identidade faz parte de uma construção contínua e permite uma relação com os outros, propiciando o reconhecimento de si. Assim, quando essa identidade tem atributos carregados de um valor negativo, o estigmatizado e os demais incorporam as associações que influem no processo de internalização dos comentários e ele passará a se ver como os outros o enxergam. Isso atinge a autoconfiança e a auto-imagem dos indivíduos. Exemplo dessa estigmatização aconteceu em 1986, quando cartazes com o título "defeito de fabricação" foram espalhados por Salvador, capital baiana, com a imagem de um jovem negro, usando correntinhas no pescoço, canivete na mão, tarja nos olhos e seguido pela mensagem: "Tem filho que nasce para ser artista. Tem filho que nasce para ser advogado e vai ser embaixador. Infelizmente, tem filho que já nasce para ser marginal" (SODRÉ, 1999 p.235). Ambientes socialmente desfavoráveis podem pôr em risco o amadurecimento e a formação desses jovens enquanto cidadãos. Ser foco de discriminação pela origem ou cor da pele também gera revolta e reivindicação por oportunidades iguais, pois aqueles que sofrem com as injustiças sociais se percebem menosprezados, desvalorizados e inferiorizados socialmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Preconceito velado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Na atual conjuntura brasileira, a realidade socioeconômica é pautada na dissociação entre favela e sociedade, sendo a última segregadora e responsável pela caracterização da imagem do pobre "favelado", que para ela é interessante tornar invisível. A invisibilidade social é um problema contemporâneo que deve ser combatido pela sociedade, pois, como descrito em Cabeça de Porco, pode gerar revolta e atos criminosos. Porém não se trata de uma questão determinante – pelo contrário, está relacionada a outros fatores que apontam para a gravidade e complexidade da violência nas grandes cidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Pobres, negros, homossexuais, mulheres e analfabetos são os principais alvos de expressões preconceituosas. No entanto, isso aparece mascarado através dos discursos e representações ideológicas, elementos indissociáveis que materializam o pensamento dominante, que é disseminado pela elite detentora dos MCM e intitula o Brasil como um país democrático onde a miscigenação dos povos e o grande número de religiões proporcionam uma convivência harmoniosa. Mas sabemos que isso se trata de um mito, pois se o país não fosse racista e excludente não se enquadraria, por exemplo, no rol dos países com maior concentração de renda do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Mas em sociedades hierarquizadas e pessoalizadas, como o Brasil, a gradação e o clientelismo diluem o preconceito que sempre pode ser visto como dirigido contra aquela pessoa, e não contra toda uma etnia. Daí a nossa crença em que não temos preconceito racial, mas social, o que, tecnicamente, é a mesma coisa. Numa sociedade onde somente agora se admite não existir igualdade entre as pessoas, o preconceito velado é uma forma muito mais eficiente de discriminar, desde que essas pessoas "saibam" e fiquem no seu lugar (DAMATTA, 2004, p.26).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Famintos de reconhecimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Inseridos em uma sociedade historicamente preconceituosa, jovens moradores de favelas, em sua grande maioria afrodescendentes, são impedidos de desfrutar de uma vida digna, com igualdade e oportunidade de acesso aos bens necessários à existência humana, como trabalho, habitação, saúde, educação, lazer e reconhecimento, fatores estruturais que constituem a condição para efetivação da cidadania. Conforme o relatório "The Challeng of the slums" (O desafio das favelas), divulgado pelas Nações Unidas em 2001, 32% da população das cidades do mundo moravam em favelas (ALVES et al., 2006).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O termo favela é utilizado para designar construções habitacionais irregulares e densamente povoadas. Muitas vezes são atribuídos significados pejorativos aos habitantes desses casebres, que são as principais vítimas da exclusão e da falta de assistência governamental e, se vivem de forma precária, é porque existem interesses que inviabilizam qualquer tipo de melhoria. O poder público que deveria, por obrigação, zelar pela sociedade em geral, priva os favelados – como costumam ser chamados – dos mínimos direitos. Eles funcionam apenas como uma espécie de "figurantes" sociais, para os quais só cabe o dever de pagar impostos. Diante disso, os moradores das periferias percebem-se como principais vítimas da desigualdade, a qual distancia cada vez mais o "morro" do "asfalto", situação alimentada pela própria sociedade, acrescida da participação das violentas incursões policiais às favelas e reforçada pelos discursos preconceituosos dos veículos de comunicação. No Brasil, devido à má distribuição de renda, vem ocorrendo um fenômeno conhecido como favelização, resultante da dívida social que propicia o crescimento desequilibrado de moradias "amontoadas", onde vivem pessoas em condições subumanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A grande luta desses meninos é contra a invisibilidade. Nós não somos ninguém e nada se alguém não nos olha, não reconhece o nosso valor, não preza a nossa existência, não nos devolve nossa imagem munida de algum brilho, de alguma vitalidade, de algum reconhecimento. Esses meninos estão famintos de existência social, famintos de reconhecimento (depoimento do sociólogo Luiz Eduardo Soares. Ônibus 174, 2002).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Meras estatísticas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Para tentar suprir as lacunas econômica, familiar e mesmo social, muitos jovens enveredam pelo comércio ilegal de drogas, passam de pequenos "falcões" a comandantes de quadrilhas e facções, pois a curto prazo é o meio mais fácil de eles ganharem dinheiro. O desvio de conduta de alguns não representa a totalidade. Entretanto, acontece um estigma generalizado. Os indivíduos que estão à margem da sociedade são constantemente discriminados, pois a eles são atribuídas denominações pejorativas de marginais, bandidos, delinqüentes e são vistos como uma ameaça à população que vive no "asfalto". Muitos não conseguem trabalho por morar em favelas, pois as pessoas as associam à criminalidade. "Drogas, armas, sem futuro/Moleque cheio de ódio, invisível no escuro/É fácil vir aqui e mandar matar/Difícil é dar uma chance a vida/Não vai ser a solução mandar blindar/O menino foi pra vida bandida" (Falcão-MV Bill).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;O fato de citarmos que a situação de abandono pode causar o ingresso de muito jovens no mundo do crime, não significa dizer que todos que lá estão são vítimas e, por isso, devem ser perdoados pelos seus atos. Porém, devemos pensar e questionar as autoridades sobre como as penas estão sendo aplicadas, se realmente dão resultados e se não deveria haver uma reestruturação no sistema penal brasileiro. O filme Carandiru e o documentário O prisioneiro da grade de ferro discutem a maneira subumana de tratamento dos detentos e a indiferença social. O livro Elite da Tropa, mesmo sendo uma obra fictícia, também aborda como a polícia trata os possíveis transgressores, o terror que impõe à população e a corrupção dentro da própria instituição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O Brasil privilegiado não conhece o Brasil segregado. Todavia, insiste em fazer julgamentos acerca da integridade moral de seus tão próximos e, ao mesmo tempo, tão distantes cidadãos. Estamos acostumados a ver descrições e abordagens superficiais de quem não conhece a realidade brasileira de perto, mas através de avaliações por amostragens, as quais tratam pessoas como meras estatísticas. Não se preocupam em saber o que os indivíduos acham a respeito de sua situação enquanto cidadãos privados de direitos, nem de como avaliam as abordagens dos estudiosos e da mídia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comerciais folhetinescos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;A sociedade não se importa com os indivíduos que estão à margem dos direitos garantidos aos cidadãos. Apenas se lembra deles quando se sente ameaçada, ou quando, de forma irresponsável, a mídia aborda assuntos relacionados a este segmento social. Insistentemente, na imprensa populista e sensacionalista, são agendados diferentes enfoques para os assuntos relacionados à criminalidade sem, entretanto, disponibilizar espaço suficiente para a população que se encontra à margem dos mais ínfimos direitos. Em 7 de fevereiro de 2007, João Hélio, um garoto de seis anos de classe média alta, foi arrastado por sete quilômetros preso no cinto de segurança do carro de sua mãe – o qual havia sido roubado, na Zona Leste do Rio de Janeiro. A imprensa, de maneira sensacionalística, passou semanas seguidas noticiando e pautando discussões na sociedade sobre a violência, como se fosse o primeiro caso de atrocidade contra uma criança. Em 1° de outubro de 2006, Renan Ribeiro, de três anos, morador da Favela da Maré, levou um tiro de fuzil na barriga – no entanto, a divulgação que a mídia deu sobre o assunto foi de que a criança tinha sido "mais uma vítima de bala perdida", embora houvesse várias testemunhas garantindo que o tiro viera de um policial. Essa notícia foi veiculada como um caso a mais no jornalismo, porém o enfoque dado ao caso João Hélio teve uma repercussão enorme na opinião pública, devido à insistência da mídia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;A população brasileira aceitou a idéia de que a violência urbana e o tráfico de drogas são inerentes e irreversíveis à nossa realidade. Dessa forma, reagem às notícias diárias sobre criminalidade como se fossem situações "normais" e inevitáveis. Nos folhetinescos comerciais, permeiam construções espetacularizadas, exacerbadas com o intuito de "modelar" a audiência para futuros julgamentos pré-concebidos a respeito dos excluídos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;"A senhora vai ver"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O documentário Ônibus 174 [o filme foi lançado em 2002, pelo diretor José Padilha, e sua construção mergulha fundo no episódio, principalmente nas questões sociais e na história de Sandro do Nascimento. Busca sair da superficialidade da imagem de bandido violento e drogado, exibida pelos principais veículos de comunicação, durante as 4h de cobertura do acontecimento em 12 de junho de 2000] retrata com enfoque mais aprofundado e analítico o seqüestro de um ônibus no Rio de Janeiro por Sandro do Nascimento, discute e contextualiza as causas que o levaram a tomar essa atitude violenta e assim, tenta mostrar a história que carregava aquele jovem de 21 anos, que ficou despercebida pela cobertura midiática, sendo este o principal foco da "trama".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Sandro, aos seis anos, viu sua mãe ser assassinada, fugiu para a rua e foi um dos 69 sobreviventes da Chacina da Candelária [a Chacina da Candelária aconteceu na madrugada do dia 23 de julho de 1993, no Rio de Janeiro, quando seis homens encapuzados assassinaram oito menores dos setenta e sete que dormiam na Praça da Candelária. A atitude foi uma represália ao apedrejamento de carros da polícia e conflitos entre os meninos de rua e os guardas]. Depois de tantos anos vivendo sob a invisibilidade para quase todos os segmentos sociais, encontra-se, no momento do seqüestro, como protagonista, mas diferente dos mocinhos exaltados pela mídia. Ali, ele era um anti-herói que aterrorizava e deixava os brasileiros e o mundo apreensivos ao verem em tempo real um "criminoso", aparentemente sob o efeito de entorpecentes, ameaçando matar a qualquer hora seus reféns. A televisão, para esses invisíveis, é a maneira mais eficaz de se sentirem parte da sociedade e percebidos por ela, por isso esse vislumbre pela aparição: "[...] Ele falava que eu ia ver ele na televisão fazendo sucesso. Eu peguei e falei a ele: ‘Meu filho, eu espero e quero ver você fazendo sucesso e você também vendo.’ Ele disse: ‘E a senhora vai ver. Se eu não ver, a senhora vai ver’" (dona Elza, mãe adotiva de Sandro, Ônibus 174, 2002).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;O impacto e a reação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;A certeza de que ao responder às expectativas das pessoas – a população, devido ao estigma, espera atitudes violentas e ilícitas por parte dos indivíduos das classes menos abastadas – pode ser a única e mais expressiva maneira de notoriedade. Os marginalizados se sentem estimulados e recompensados ao verem-se nas páginas dos jornais, ou como principal notícia dos programas de telejornalismo. Assim, para seu alcance não importa o método, já que a maioria excluída e também privada de uma estrutura ou aparato familiar, não tem nada a perder. Então, não importa o modo a ser adotado para esse reconhecimento, o importante é ser reconhecido, mesmo que depois de mortos. E ainda encontram nos meios de comunicação uma base para fixar seus "ideais", pois contam com atitudes como a de tantos "Sandros" para, a partir de coberturas sem contextualização e despreocupadas com a situação social desses sujeitos, afirmarem os estereótipos e propagarem terror.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;A consciência do impacto causado pelo sensacionalismo resulta em um jornalismo cuja intenção comercial é mais válida do que a responsabilidade social. E é assim que se comportam alguns veículos midiáticos, sobrepondo interesses lucrativos aos princípios jornalísticos e éticos. E, conforme está previsto no parágrafo I Art.1° do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, vigente desde 1987, "o acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade que não pode ser impedido por nenhum tipo de interesse". Sendo assim, essa sobreposição do interesse social e coletivo pela disputa de audiência e anunciantes atinge, além da ética profissional, a pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, no país, falar de ética e direitos iguais acaba sendo hipocrisia, pois estamos "acostumados" a presenciar casos em que as leis só são reconhecidas na teoria, ou então colocadas em prática apenas para o bem dos conhecedores ou detentores de algum status. A mídia, por sua vez, abusa do seu poder de acessibilidade e persuasão de forma intencional e perversa, em virtude da influência que pode exercer sobre os receptores e a repercussão que um assunto pautado em interesses pode causar na sociedade, sem muitas vezes levar em consideração o impacto e a conseqüente reação dos "figurantes sociais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Esta versão do artigo foi publicada no Observatório da imprensa.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Avante!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8266889656813872114-1901858786716908327?l=blogdatriade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdatriade.blogspot.com/feeds/1901858786716908327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8266889656813872114&amp;postID=1901858786716908327' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/1901858786716908327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8266889656813872114/posts/default/1901858786716908327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdatriade.blogspot.com/2008/08/artigo-vida-bandida-figurantes-na.html' title='&quot;VIDA BANDIDA&quot;: figurantes na sociedade, protagonistas na mídia'/><author><name>A Tríade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04750809509972202706</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKF7Nk-hosI/AAAAAAAAADY/mUP01lDuQ70/s1600-R/nos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ra05EdPBkxg/SKLRn7Q43yI/AAAAAAAAADw/GreKM94RMj8/s72-c/favela.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
